A manicure russa feita
pra pele brasileira.
Sem água, sem bacia, sem emoliente. Sem ardência, sem cutícula viva machucada, sem retoque em 10 dias.
O método que a Laju usou por 3 anos em Brasília, cobrando R$ 250 por atendimento.
Por que o método tradicional falha
A russa foi feita pra outra pele.
O método russo foi feito pra pele europeia: fina, seca, com pouco sangue. A da sua cliente é outra. Aplicado igual, ele dá três problemas na cadeira:
O emoliente amolece o que não devia
Pele mista absorve mais. O emoliente amolece a cutícula morta — e a viva junto, que é a parte com sangue. Aí a broca leva as duas.
A broca arde em pele com mais sangue
A cliente sente. Você alivia pra não machucar. O trabalho sai mais raso — e cai em 10, 12 dias, não em 30.
O resultado é o que você já viu
Cliente sai com a cutícula inflamada, volta com dor, não indica e não remarca no tempo certo. E fica aquela sensação de que "russa não é pra todo mundo" — quando o problema é o método.
O Método
A.Seco. Sem emoliente.
Sem ardência. Sem cutícula viva machucada.
Três mudanças simples na ordem do preparo. Só isso — e muda tudo na cadeira.
Sem emoliente
Nada de água, nada de bacia de molho. A cutícula viva não amolece — fica firme, do jeito que devia. Ardência e cutícula machucada somem na origem.
Tesoura antes da broca
A tesoura entra primeiro e corta só a cutícula morta — o que já está solto e não precisa amolecer pra sair. O grosso do trabalho é da sua mão, não da broca.
Broca só no acabamento
A broca entra só no fim, em pele firme, pra dar o acabamento. Sem atrito em pele sensibilizada, o resultado dura os 30 dias de verdade.
O acabamento
É isso que sai da cadeira quando o método é esse.
O método que sustentou a Laju por três anos está todo dentro do curso.
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Histórias da Laju
Começaram do zero.
Hoje cobram R$ 230 e faturam R$ 15 mil+.
A trajetória que se repetiu na Laju — reunida numa história só
Eu não vim da beleza. Passei anos num salário mínimo, fazendo unha das amigas no fim de semana por R$ 25 e achando muito.
Um dia uma cliente falou: "você tem mão boa, por que não faz russa?". Fui atrás, fiz um curso online qualquer, comprei uma broca. E foi um desastre. A cliente ardia na cadeira. Uma semana depois, a cutícula tinha inflamado. Outra voltou com o dedo sangrando. Passei a ter medo da broca. Aliviava a mão pra não machucar — e a unha durava dez dias, não trinta. A cliente não voltava. Achei que o problema era eu. Quase larguei.
Foi quando conheci a Laju, aqui em Brasília. Elas faziam russa que durava mesmo, com a cliente marcando um mês antes. Fui bater na porta. E ali descobri: o problema não era eu, era o método. A russa que eu aprendi foi feita pra pele europeia. A da minha cliente é brasileira — mais sangue, mais sensível. O mesmo passo que funciona lá, aqui machuca.
Me ensinaram o jeito a seco. Sem emoliente — a cutícula viva não amolece, então não tem o que machucar. A tesoura antes da broca, cortando só o que já está morto. E a broca só no fim, na pele firme. Simples. Mas muda tudo.
Não foi fácil no começo. Minha primeira russa sozinha levou quase três horas. Eu suava, achava que não ia dar conta. Mas segui o passo a passo, sem atalho. Dois meses depois eu cravava duas horas. Hoje faço em uma hora e quarenta.
A virada foi a primeira cliente que voltou. Trinta dias certinhos, a unha inteira, sem descolar. Ela sentou e falou: "não sei o que você mudou, mas agora dura". Naquele dia entendi que ia dar certo.
Aí a conta virou. Subi de R$ 90 pra R$ 180. Perdi duas clientes, achei que ia quebrar. Mas as que ficaram indicaram. Subi pra R$ 230 — e a agenda, em vez de esvaziar, encheu. Hoje atendo três clientes por dia. Três vezes R$ 230 é R$ 690 num dia. No mês, passa de R$ 15 mil.
Mas sabe o que mudou de verdade? Não é só o dinheiro. É a cliente perguntar "quando você tem horário?" em vez de "quanto custa?". É buscar meu filho na escola porque a agenda é minha. A russa certa não me deu só um ticket maior. Me deu uma profissão.
Eu era auxiliar em outra área. Ganhava um salário mínimo. Entrei pra Laju sem nunca ter pegado uma broca na mão. Hoje tenho agenda fechada com três semanas de antecedência e fechei o mês em R$ 17 mil cobrando R$ 230 por atendimento.
O que mudou foi a confiança. Eu já fazia manicure antes, mas tinha medo da broca, medo de machucar. O método me deu um passo-a-passo que eu podia seguir sem achismo. Hoje é raro um atendimento passar de 1h45. E a cliente volta no mês seguinte.
Meu Instagram transformou. Comecei a postar o antes e depois, o acabamento de salão russo sem a cliente reclamando. O nível das minhas clientes subiu. Elas não perguntam mais quanto custa — perguntam quando tem horário.
A primeira russa que fiz sozinha, depois do treinamento, levou quase três horas. Eu achei que não ia dar conta. Segui o passo-a-passo, não tentei atalho. Dois meses depois, bati minha marca de duas horas cravadas. Hoje encaixo três clientes por dia — e R$ 750 no dia virou meu mínimo.
Você já viu o método e as histórias. O próximo passo é seu.
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O que você vai aprender
24 aulas em 4 módulos. Mais um módulo bônus pra começar do zero.
Fundamentos: por que a manicure a seco paga mais
O que é o A.Seco e por que ele cobra mais que o método tradicional. Gel × fibra, e os equipamentos que protegem você na cadeira. 7 aulas.
Leitura da unha: o que fazer antes de tocar
Anatomia da unha, a ficha de avaliação da cliente e os problemas mais comuns: quando atender, quando mudar o método, quando mandar pro médico. 3 aulas.
O Método A.Seco na cadeira
O coração do curso. Brocas e fresas que você precisa ter, lixamento, higiene, abertura do bolso, polimento — e o corte com tesoura, o passo que faz a diferença. 7 aulas.
Esmaltação em gel: acabamento de 30 dias
Preparo, camadas de base, aplicação da cor e remoção correta do gel. É o que transforma uma russa bem feita num atendimento que dura 30 dias sem descolar. 8 aulas.
Pra começar do zero: do primeiro atendimento ao estúdio próprio
Montar sua estação de trabalho, atender de um jeito que faz a cliente te indicar sozinha, o caminho de quem começa do zero e o passo-a-passo pra abrir sua MEI. 4 aulas bônus.
Faz a conta
Tem fila de cliente.
Falta quem saiba fazer.
Tem cliente querendo unha que dura em toda esquina. O que falta é quem saiba fazer a russa que não machuca a pele brasileira. É pouca gente. Pode ser você.
Não precisa de muita cliente. Precisa cobrar certo.
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Se quiser ver antes de decidir
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Não precisa assistir pra entender a oferta — está tudo escrito aí em cima. É pra quem prefere ouvir.
Perguntas frequentes
O que você precisa saber antes de entrar.
Preciso já ter experiência em manicure? +
Quanto tempo leva pra terminar o curso? +
Vou precisar comprar materiais caros? +
Tem certificado? +
E se eu não gostar do curso? +
Como funciona o acesso? +
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